Nas últimas eleições nacionais, o Ministério Público do Trabalho registrou mais de 2.800 denúncias de assédio eleitoral. Com o acirramento da polarização em 2026, a sua empresa sabe identificar a linha tênue entre a liberdade de expressão e a assédio no ambiente de trabalho?
Em artigo publicado hoje, (02) pelo portal InfoMoney, nossa sócia, Marília Nascimento Minicucci, alerta que a simples tentativa de “proibir a política” nos corredores é ineficiente. A verdadeira proteção jurídica exige estratégia e regras claras de compliance.
No texto, Marília esclarece pontos críticos que muitas organizações negligenciam durante o período eleitoral, como:
• Por que, até mesmo, “brincadeiras” entre colegas podem configurar assédio;
• O risco oculto no uso de bens corporativos (como frotas, notebooks e e-mails institucionais) com indicações de preferências político-partidárias;
• Como as redes sociais pessoais dos empregados podem “respingar” na imagem e no passivo da empresa.
Entenda o que diferencia um debate de um abuso de poder e confira as medidas práticas que os departamentos jurídico e de recursos humanos devem adotar agora, para atravessar 2026 com segurança.