In the Media

840 mil mortes anuais colocam saúde mental como risco trabalhista prioritário

O maior risco trabalhista hoje pode não estar na folha — mas na saúde mental.

Com mais de 840 mil mortes anuais relacionadas ao trabalho, segundo a Organização Internacional do Trabalho, o tema deixa de ser apenas uma agenda de compliance e passa a impactar diretamente reputação, passivo trabalhista e sustentabilidade do negócio.

A repercussão recente na mídia reforça esse movimento — e, no Brasil, ele ganha contornos ainda mais concretos com as mudanças na NR-1.

Em entrevistas veiculadas na Rádio Nacional e na TV Brasil, a consultora Manuela Cristina Fernandes Leite, do nosso escritório, destaca que a nova regulamentação não apenas amplia obrigações, mas exige uma mudança estrutural na forma de gerir riscos ocupacionais, com a inclusão dos riscos psicossociais e a adoção de um modelo contínuo, técnico e multidisciplinar.

Como pontuado por Manuela, não se trata de um exercício formal. A análise precisa alcançar o “trabalho real”, considerando fatores como metas, organização das atividades e exposição ao estresse, com atuação integrada de especialistas.

O recado regulatório é claro: empresas que não se adaptarem estarão mais expostas a autuações, investigações e ao aumento de litígios trabalhistas. Por outro lado, aquelas que estruturarem adequadamente essa gestão tendem a ganhar previsibilidade, controle de passivos e vantagem competitiva em governança.

O tema evoluiu — e exige a mesma evolução das empresas.

Nosso time acompanha de perto essas mudanças e está preparado para apoiar clientes na adaptação às novas exigências, com abordagem técnica e estratégica.

This is a summary of the article published in 04/05/2026 no site do . To access the article, click here link.
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